terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Escola não pode ficar à margem da evolução da tecnologia, diz ministro

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse nesta quinta-feira, 9/02/2012, que a velocidade tecnológica é muito maior do que a capacidade que a escola tem de processá-la. Apesar disso, segundo ele, a escola não pode ficar à margem da evolução tecnológica.

Na semana passada, o ministro anunciou que o Ministério da Educação vai investir, este ano, cerca de R$ 150 milhões na compra de 600 mil tablets para uso dos professores do ensino médio de escolas públicas federais, estaduais e municipais. A tecnologia, afirmou, vai ser tão mais eficiente quanto maiores forem os cuidados pedagógicos e quanto maior for o envolvimento dos professores no processo.

“Estamos definindo que, na educação, a inclusão digital começa pelo professor”, disse Mercadante. Para isso, o MEC já formou mais de 300 mil professores em tecnologias da comunicação e informação, em cursos de 360 horas. Além disso, o serviço de internet banda larga foi instalado em 52 mil escolas públicas urbanas.

Com a entrega de novas tecnologias da informação, professores e escolas públicas terão acesso, por meio dos tablets, a conteúdos educacionais colocados à disposição no Portal do Professor. São aproximadamente 15 mil aulas, criadas por educadores e aprovadas por um comitê editorial do MEC. Além disso, o ministério oferece o Banco de Objetos Educacionais e o Domínio Público, que entre outras obras dispõe da coleção Educadores. Na Fundação Lemann, são traduzidas aulas de matemática, física, biologia e química elaboradas pelo professor norte-americano Salman Khan, responsável por desenvolver material pedagógico com abordagens inovadoras.

Para o ministro, o mundo evolui em direção a uma sociedade do conhecimento, e a escola tem de acompanhar esse processo. “É muito importante que a gente construa uma estratégia sólida para que a escola possa formar e preparar essa nova geração para o uso de tecnologias da informação”, disse.

Interativo – O MEC também ampliará a distribuição do computador interativo, equipamento que reúne projetor, microfone, DVD, lousa e acesso à internet. Unidades desse computador já foram distribuídas nas escolas de ensino médio. No segundo semestre, chegarão os tablets, em modelos de sete ou dez polegadas, coloridos, com bateria para até seis horas, peso abaixo de 700 gramas, tela multitoque, câmera e microfone para trabalho multimídia, saída de vídeo e conteúdo pré-instalado, entre outras características.

Aos computadores serão integradas as lousas eletrônicas, compostas de caneta e receptor. Acopladas ao computador interativo, elas permitirão ao professor trabalhar o conteúdo disponível em uma parede ou quadro rígido, sem a necessidade de manuseio do teclado ou do computador.

Projeto-piloto – A entrega dos equipamentos digitais a professores e escolas integra o projeto Educação Digital – Política para Computadores Interativos e Tablets. Ele surgiu para oferecer instrumentos e formação aos professores e gestores das escolas públicas relativos ao uso intensivo das tecnologias de informação e comunicação (TICs) no processo de ensino e aprendizagem.

Entre 2008 e 2011, o MEC criou o projeto-piloto Um Computador por Aluno (UCA), com a aquisição de computadores portáteis para estudantes da rede pública. Essa compra fez parte do Programa Nacional de Informática na Educação (ProInfo Integrado), integrante da política nacional de tecnologia educacional do MEC, destinado a promover o uso pedagógico da informática na rede pública de ensino fundamental e médio, com a oferta de infraestrutura, capacitação e conteúdos educacionais.

Em 2008, em fase experimental, o projeto foi implementado em São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Piraí (RJ) e Palmas. Em uma segunda fase, foram adquiridos 150 mil computadores para estudantes de 380 escolas da rede pública. A infraestrutura de acesso à internet sem fio foi instalada à medida que os computadores eram entregues. Posteriormente, professores receberam capacitação para uso do equipamento e da tecnologia no processo pedagógico escolar. Os municípios e estados ficaram responsáveis por dar continuidade ao projeto.

Em 2010, numa terceira etapa, o projeto–piloto evoluiu para o Programa Um Computador por Aluno (Prouca), com apoio do Regime Especial de Aquisição de Computadores para Uso Educacional (Recompe). A partir de então, estados e municípios puderam adquirir os equipamentos portáteis de empresa selecionada por edital. Ao todo, foram comprados 375 mil computadores por 372 municípios. A avaliação de equipes de pesquisadores de 27 instituições de ensino superior norteará a continuidade do programa.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Inicio das aulas

A Escola Maria Sinharinha de Azevedo tem inicio seu ano letivo dia 23 de Fevereiro, na semana do dia 13 a 17 os professores estaram organizando o espaço escolar( decorando), dando novo visual a escolha.
Projeto Educação ambiental na escola: Preservação e conservação do patrimônio escolar e implantação de paisagismo na escola.

Texto do professor Jardel

Quinzenalmente, aos sábados, o professor especialista em Educação Física, Jardel Gomes do Nascimento, traz um assunto palpitante para os nossos leitores/internautas.

Esperamos que gostem da leitura do Professor, Jardel Gomes: CONFIRA:

Certo dia em um círculo de conversas amistosas entre amigos onde abordávamos assuntos polêmicos existentes em nossa sociedade, um tema me chamou bastante atenção falávamos sobre coragem, várias explanação em diversas vertentes, enfim muitas opiniões com pouco embasamento e alicerce critico.

Ao chegar em casa minhas dúvidas e ansiedade fizeram procurar vários significados para essa tal coragem, após muita prudência encontrei algo que pudesse explicar as minhas dúvidas vivente sobre coragem e suas circunstancias.


Segundo o dicionário Aurélio podemos definir coragem por força ou energia moral que leva a afrontar os perigos; valor; destemor, ânimo, intrepidez, bravura, denodo. Segundo Benjamim Disraeli O homem não e a criatura das circunstâncias; as circunstâncias é que são criaturas do homem então utilizando esses pensamentos procurei respostas para essa totalidade que está envolvido essa temática coragem versos circunstâncias. Parei, pensei e tomei uma decisão: peguei um relógio e marquei 20 segundos para perceber o que eu podia fazer nesse curto espaço de tempo, nossa, nossa ai se eu consigo brinquei e utilizei até a música mais trocada em nosso país e percebe que já formos mais inteligentes, mais continuei a pensar dessa utilização de tempo então recordei das Histórias reais que costumo ouvir no âmbito escolar onde convivo nas suplicas por melhorias na Educação, saúde, segurança e transporte enfim se pudessem mudar esses fatos utilizaria a coragem e as circunstancias para mudar o contexto dessa sociedade que sonhar com um mundo mais justo e sem desigualdade.

Porém amados irmãos quando falamos de coragem e circunstâncias estamos desafiando os elaboradores de projetos (políticos) á parar, pensar e tomar uma decisão que favoreça as condições pré existentes em nossa sociedade, empregue a coragem, pois a circunstancias e para beneficiar essa classe que clama por uma Educação que contemple um melhor reconhecimento ao tio de sala de aula (o professor o ser sublime para o conhecimento), saúde que designe médicos com reações humanitárias, transporte com percursos sem fronteiras e a fome e a falta de segurança que impacientar a morte de varias pessoas devido à falta de utilização do tempo, poderíamos mudar esses dados utilizando uma caneta e vinte segundos foi o tempo que gastei para refletir.

Professor especialista em Educação Física Escolar
Jardel Gomes do Nascimento
E-mail: deleducacaofisica@hotmail.com

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Férias

As férias são um período de descanso periódico de uma atividade constante, geralmente trabalho ou aulas e maior que um fim de semana. O período de férias varia de acordo com a legislação de cada país. Férias designa o período de descanso a que têm direito empregados, servidores públicos, estudantes etc., depois de passado um ano ou um semestre de trabalho ou de atividades. Provém do latim 'feria, -ae', singular de 'feriae, -arum', que significava, entre os romanos, o dia em que não se trabalhava por prescrição religiosa.A palavra latina encontra-se também na denominação dos dias da semana do calendário elaborado pelo imperador romano Constantino, no século III d.C., que os santificou com o nome de 'feria' e o sentido de comemoração religiosa: 'Prima feria, Secunda feria, Tertia feria, Quarta feria, Quinta feria, Sexta feria e Septima feria'. No século IV, ainda por influência da Igreja, 'prima feria' foi substituído por 'Dominicus dies'(dia do Senhor) e 'septima feria' transformou-se em 'sabbatu', dia em que os primeiros judeus cristãos se reuniam para orar. A língua portuguesa foi a única a manter a palavra 'feira' nos nomes dos dias de semana.
No Brasil, a legislação trabalhista estabelece um mínimo de 20 ou 30 dias consecutivos por ano de férias, sendo que aqueles que têm apenas 20 dias podem requerer compensação pelos outros 10 dias em forma de aumento no salário. Um trabalhador deve gozar as férias necessariamente entre 12 e 24 meses decorridos desde data da sua contratação, ou desde as últimas férias.
O objetivo das férias é proporcionar um período de descanso. Sendo assim, o trabalhador não pode se privar das férias nem por vontade própria e deverá consumir no mínimo 1/3 do período.
No Brasil, o direito às férias foi conquistado, junto com outros direitos dos trabalhadores, após as greves operárias do início do século XX na luta por melhores condições de trabalho, melhores salários e garantias trabalhistas.
As férias escolares geralmente variam entre 60 e 120 dias, não consecutivos. No Brasil, consideram-se como meses de férias escolares: janeiro, julho e dezembro. Algumas escolas e universidades também consideram parte de fevereiro como período de férias. Para os estudantes da rede pública de ensino, o período de férias é de duas semanas em julho, duas semanas em dezembro e todo o mês de janeiro.